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Eron Costin, do Estúdio 41, é o vencedor do concurso nacional para a criação do troféu do Prêmio CAU/RS

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/RS) acredita na realização de concursos como forma democrática de ampliar o acesso às oportunidades para profissionais, além de contribuir para a qualificação das propostas finais.

Para a criação do troféu do Prêmio CAU/RS, o Conselho lançou um edital em parceria com a Associação dos Escultores do Estado do Rio Grande do Sul (AEERGS). Entre as propostas enviadas – vindas de todo o Brasil – cinco foram eleitas como finalistas. O primeiro colocado foi Eron Costin, arquiteto e urbanista de Curitiba, sócio fundador do Estúdio 41, escritório paranaense reconhecido nacionalmente pela trajetória em concursos públicos.

O concurso público é a modalidade mais adequada e eficiente de escolha de um projeto de qualidade para um serviço técnico especializado. Assim como defendemos a promoção de concursos para projetos de arquitetura, resolvemos promover um concurso de esculturas para o projeto do troféu do Prêmio CAU/RS, o que se revelou um acerto e um grande sucesso”, afirma o presidente do CAU/RS, arquiteto e urbanista Tiago Holzmann da Silva. O Prêmio CAU/RS foi uma ação inovadora do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul, para reconhecer iniciativas realizadas por outras frentes de atuação e que tenham contribuição para a valorização da profissão no Estado.

Sobre o troféu

Ao falar sobre as referências que escolheu para criar a escultura, Costin explica que optou por um elemento que fosse símbolo de mérito, elegante em sua forma e com significados implícitos na Arquitetura e Urbanismo: o troféu insinua subjetivamente algo de projeto, maquete, construção.

Trata-se de um objeto que representa a valorização da profissão e da produção arquitetônica, com inspirações em elementos que remetessem a certas práticas da profissão, como os elementos retilíneos que representam a forma como o homem consegue dominar a natureza; isso é muito importante no ofício da Arquitetura. Sempre que encontrarmos linhas retas, a maioria delas foi feita pelo homem. É difícil encontrar linhas e ângulos retos na natureza”, afirma.

Pela classificação em 1º lugar, a obra de Costin foi reproduzida em bronze e entregue aos nove finalistas do Prêmio CAU/RS 2019, durante evento realizado no Centro Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), dia 12 de dezembro. Além disso, o arquiteto e urbanista recebeu um prêmio no valor de R$ 9 mil.

“Acreditamos que o concurso deveria ser uma forma de contratação muito mais difundida; precisamos que a sociedade saiba a função do arquiteto e urbanista. O CAU/RS é um dos que mais atua nessa linha de frente e o apoio a concursos é fundamental”, declarou Costin. Confira abaixo o memorial conceitual e de execução elaborados pelo autor do troféu.

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