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SAERGS repudia demolição da Ocupação Baronesa em Porto Alegre

A nota foi divulgada pelo Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande o Sul (Saergs) na última quinta-feira (18/07), em repúdio à ação da Prefeitura de Porto Alegre na Ocupação Baronesa. Leia o conteúdo na íntegra a seguir:

O Sindicato dos Arquitetos no Estado do RS (Saergs) repudia a ação da Prefeitura de Porto Alegre na manhã desta quinta-feira (18/o7) na Ocupação Baronesa. A edificação foi destruída sob alegação de suposto risco de desabamento. Além disso, as famílias que viviam na ocupação foram novamente despejadas, agora das calçadas, após terem sido retiradas do prédio em junho. Segundo a diretora do Saergs, Karla Moroso, o fato é lamentável visto que o prédio, apesar de não ser inventariado como patrimônio histórico, tem valor arquitetônico pois é um projeto de 1926, executado pela Prefeitura para atender o direito à moradia dos brigadianos, além de fazer parte da memória e da história da capital, em especial daquele território que conta ainda com a presença de quilombos. “O que está em jogo é o direito à moradia para as famílias que habitavam a Baronesa e que agora estão nas ruas, sem lar”.

A diretora ressalta, ainda, que é dever do poder público garantir moradia digna à população, principalmente às camadas mais frágeis da sociedade. “Destruir a Baronesa é, acima de tudo, uma inversão de valores. É deixar de lado a memória da cidade para violar ainda mais o direito humano à moradia”. Conforme ressalta a presidente do Saergs, Maria Teresa Peres de Souza, o sindicato já se manifestou contra o despejo das famílias e que, agora, o cenário se agravou de maneira preocupante.

Também na manhã de ontem, o jornal Correio do Povo divulgou matéria com mais informações sobre a ação, reproduzindo a nota publicada pelo Saergs. Clique aqui para ler a matéria completa.

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