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CAU/RS no Encontro das Comissões de Patrimônio Cultural

Realizada de forma online, reunião contou com a participação de estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Pernambuco.

A adaptação das reuniões originalmente presenciais para o formato web já se tornou uma realidade nos mais diferentes segmentos. O importante é que, independentemente do cenário, a participação se mantém firme.

É o caso do mais recente Encontro das Comissões de Patrimônio Cultural, realizado dia 22 de abril e que reuniu conselheiros representantes de vários estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Pernambuco, para citar alguns.

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/RS) marcou presença com a participação do presidente Tiago Holzmann da Silva, da vice-presidente interina Helenice Macedo, dos Conselheiros Oritz Campos, Rodrigo Spinelli, Evelise de Menezes e dos assessores da Comissão de Exercício Profissional (CEP – CAU/RS), César Rieger e Flávio Salomoni. Por determinação plenária, a CEP está cuidando dos temas relacionados ao Patrimônio Histórico e Cultural, enquanto se cumprem os procedimentos regimentais para a criação da CPC do CAU/RS.

A pauta do encontro foi a Carta de Salvador, resultante da 1ª Reunião Nacional dos CAU/UF sobre o Patrimônio Histórico e Cultural, e também sobre a atuação de arquitetos e urbanistas frente à pandemia. Os participantes debateram ainda a arquitetura efêmera, considerada de extrema importância neste momento por conta da adaptação de espaços que estão sendo transformados em hospitais para o tratamento de pacientes infectados com a COVID-19.

Entre as pautas abordadas pelo Conselho gaúcho, fizeram parte a Caminhada da Perda, que realizou três edições em 2019, e a luta contra a prática da modalidade pregão em serviços de Arquitetura e Urbanismo. Outro tema debatido foi o protagonismo do arquiteto e urbanista em projetos de restauro e sua execução. “Nós entendemos que o arquiteto e urbanista é quem deve atuar como projetista e também como responsável pela execução de obras específicas de restauro, assim como a importância do material que fica como legado para o usuário do prédio restaurado, com informações sobre como ele pode interferir no caso de manutenções, por exemplo”, declarou a vice-presidente interina do CAU/RS, Helenice Macedo.

Um importante encaminhamento da reunião foi a decisão em redigir um documento contestando as indicações de leigos para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o qual será elaborado pela Conselheira Cooordenadora da Comissão de Patrimônio Cultural do CAU/SP, Maria Rita Amoroso. “Cada vez mais precisamos do comprometimento e da indicação de pessoas que tenham conhecimento e que sejam da área. A experiência para trabalhar na área de Patrimônio Histórico é fundamental”, acrescentou Helenice. O próximo encontro das CPCs está previsto para o dia 6 de maio, também em formato online.

 

 

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