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Fiscalização do CAU/RS avança em cooperação com Prefeitura de Porto Alegre

Na última semana, representantes da Fiscalização do CAU/RS estiveram reunidos com a diretora da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), Maria Cristina Cademartori, para discutir o andamento do acordo de cooperação técnica entre o Conselho e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Diretora da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), Maria Cristina Cademartori. Foto: CAU/RS

A aproximação visa o compartilhamento de dados entre os dois órgãos públicos com o objetivo de subsidiar uma fiscalização inteligente e dar mais agilidade nos trâmites de processos. O CAU/RS dispõe de uma ferramenta de geotecnologia, o IGEO, que o permite interpolar os dados dos órgãos cooperados com informações do seu próprio banco de dados. “Isso tem potencial importante de auxiliar as ações de fiscalização que buscam aperfeiçoar a profissão e coibir o seu exercício ilegal”, explica Marina Proto, gerente de Fiscalização do CAU/RS.

A Prefeitura de Porto Alegre terá acesso a informações relacionadas à situação do registro dos profissionais e das responsabilidades técnicas, o que pode contribuir para a celeridade dos seus processos. Atualmente, aproximadamente 43% dos profissionais ativos do Estado residem em Porto Alegre, o que reforça a importância desta cooperação que está prestes a ser firmada. O CAU/RS, através de seu portal, manterá os profissionais atualizados sobre tais andamentos.

Reunião entre representantes da Fiscalização do CAU/RS e a diretora SMDE, Maria Cristina Cademartori. Foto: CAU/RS

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2 Responses to Fiscalização do CAU/RS avança em cooperação com Prefeitura de Porto Alegre

  1. A grande reclamação, e argumento da Adminstração da prefeitura é falta de recursos, porem a irregularidade de obras dentro do município é de um percentual muito acima de 50%. Sendo assim uma falta de adminsitração, gerando falta de recursos, bem como falta de respeito pela legislação e obras sem responsãvel técnico. Com tudo gerando obras frágeis e inadequadas para o uso. A ilegalidade sendo permissiva juntamento com falta de responsabilidade na execução das obras e assim vai……

  2. Apenas vejo “engenheiro”e “ART” escrito em qualquer documento da prefeitura. Arquiteto não existe.

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